Ela tinha uma foto dele no quarto. Era em preto e branco... mas ela conseguia ver as cores... Imaginar os sons... Os cheiros...
Ela conseguia imaginar como estava lá: se havia vento, se havia sol e se fazia frio.
Ela largou a foto em cima da escrivaninha e saiu do quarto para viver mais um dia.
Ela ainda conseguia ver as cores e sentir o cheiro do gramado.
Ela franzia sua testa pela luz do sol que lá havia, ela sentia um arrepio pelo vento que lá fazia.
Ela conseguia ouvir risos de pessoas que estiveram lá. Ela conseguia imaginar o que teria de almoço naquele dia, naquele lugar...
Ela imaginava de mais. Ela sentia de mais!
Talvez ela imaginasse coisas que não estivessem lá. Talvez ela ouvisse vozes que nunca soaram. Talvez ela tenha sentido algo que nunca tivesse existido.
Mas ela podia sentir bem forte... e parecia que, de repente, havia alguém atrás dela... Ele! Ali, nas suas costas! Atrás dela!
Ela sentia seu perfume, ouvia sua voz.
Ela se virou. E o viu. Ele estava ali mesmo!
Ela encheu os olhos de lágrimas... ele estava ali.
Ela não sabia se devia abraçar. Era tão real... Real de mais para ser verdade...
Ele tinha aqueles olhos? O cabelo dele era assim mesmo?
Será que ela não confundiu ou modificou a imaginação?
Ele estava lá. A camisa se mexia conforme o vento.
Só ela o via. Havia um espaço vazio para onde ela olhava. Mas ela o via.
Ela voltou pro quarto. Ouvia a voz no seu ouvido "O que houve?"
Ela ficou sem reação, paralisou. Ela fechou os olhos. Ouvia sua respiração. Sentia que ele estava ali perto.
Sentia o cheiro dele.
Ela abriu os olhos, se virou para olhá-lo... não havia nada, mas ela o via... com tamanha perfeição, com detalhes. Ela viu seu relógio de pulso. Ela viu a jaqueta preta dele, e cada linha, cada fibra do tecido, cada costura... em detalhes. Real de mais. Ela olhou para a escrivaninha e agarrou a foto.
A voz perguntava em tom preocupado "você acha que não sou real? você acha que não estou aqui?"
Ela espiou a foto.
E ele continuava "me desculpe por fazer isso com você... mas agora estou aqui! você tem que saber o que é real!!"
Ela olhou a foto. Ela veria o que era real... Até sua miragem ordenava que ela visse o que era real.
Na foto, porém, não havia nada de real. Era apenas um papel mentiroso. Era apenas luzes e sombras que foram batidas na folha. O papel não sabia que aquelas gotas de tinta que ele absorvera formava um ROSTO. O papel nem sabia o que era um rosto. A máquina fotográfica não sabia o que eram olhos, nariz e boca.
Era apenas isso. Luzes e sombras jogadas num papel que formaria alguma coisa.
Ela alisava a foto... Lisa. Apenas papel. Apenas cinza, preto e branco.
Ela podia amassar e rasgar... jogar no lixo ou queimar...
E ela ainda podia fazer várias cópias. Sempre sairia o mesmo sorriso, o mesmo nariz, os mesmos olhos... E podia amassar e jogar fora... E fazer muitas outras cópias. E o que aquilo significaria afinal? Era só papel com tinta. Não era ele. Não era real. O concreto, o palpavel não era real. Não tinha cheiro. Não tinha o brilho dos olhos dele. Não tinha som do vento.
Ela se virou novamente para sua miragem. Ele olhava para ela sem piscar, sem saber o que esperar. Ela rasgou a foto e se sentou na cama.
Ele ficou olhando. Ela queria que ele sumisse... real ou irreal. Ela queria que ele apenas sumisse... Mas ele ficava parado olhando para ela.
Ela pensava que mandava na miragem. Mas ela o transformou em algo real. E ela pensava e imaginava que ele estava saindo pela porta ou que ele estava sentido remorso por estar deixando ela louca... mas ele apenas olhava para ela, preocupado. Ela rasgava a foto mais e mais a tal ponto que o correto seria dizer que estava picotando...
Ela olhou para o monte de papel picado, apenas com tinta formando qualquer imagem que tenham ordenado...
Ela olhou para a miragem. Levantou e o abraçou... E disse "viu o que você fez comigo?"
E ele perguntou "Eu fiz? Olha o que VOCÊ ME fez!"
Ela olhava para sua miragem... bem nos olhos!
"Sim, você!"
Ele sorriu...
E a beijou.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
TIC (ping) TAC (ping)...
Como um balde, esperamos até a última gota, até não poder mais, até transbordar... E quando ele transborda ficamos com medo de que não tenha outro balde ou não cheguemos a um lugar seguro para esvaziá-lo a tempo... Ficamos apavorados pensando "por que não esvaziei esse balde antes? agora vai fazer uma molhaçada legal!"
E nos preocupamos com o que vamos acabar molhando, quem se zangará com isso, porque serão muitas pessoas que se zangarão!
Pela nossa distração, terão que passar pela molhaçada, correndo o risco de resvalarem e se molharem também... Tudo porque não esvaziamos o balde antes. Tudo isso porque deixamos que acumulasse água.
Então ficamos com remorso... mas agora não temos mais tempo. É fazer ou não fazer, porque as pessoas vão ficar zangadas e isso não podemos mais mudar.
E a água cai.
E na hora de pedirmos desculpas, na hora de limparmos a água, percebemos que mesmo tendo deixado as pessoas zangadas, colocando-as em risco de se molharem também e de, quem sabe, resvalarem... Nosso chão está mais limpo!
Percebemos que se tivéssemos esvaziado, não deixaríamos as pessoas zangadas, nem colocado em risco de se molharem e resvalarem e a molhaçada jamais aconteceria, e não limparíamos nunca o nosso chão (se não tínhamos tempo para um balde, iriamos ter para o chão?).
E alguém se irritaria com a presença do balde quase sempre vazio no caminho, praticamente sem função de tão vazio... e o chutaria...
Então percebemos como as coisas se encaixam perfeitamente: Não tínhamos tempo para limpar nosso chão. Não limparíamos nunca.
E foi graças ao nosso balde que, de tão cheio, transbordou que finalmente limpamos o nosso chão.
E, finalmente, percebemos como é maravilhoso o tempo.
Paramos e refletimos.
E prometemos que, apesar do benefício causado, vamos tentar esvaziar o balde sempre que possível e limpar constantemente o nosso chão...
Mas assim como o tempo bate nos ponteiros do relógio, as gotas começam a cair e bater no fundo do balde...
Nossa vida é assim e o tempo estará observando tudo. O tempo, invisível, nos faz acreditar que não temos tempo... Mas ele está agindo silenciosamente. Passamos correndo pelo lado dele e ele nos acena, um aceno que não vemos e continua seu projeto, de trabalho, de vida, do nosso futuro...
Ignoramos tanto o tempo e corremos por ele que acabamos dando mais tempo para o tempo ajeitar nosso tempo.
E o tempo que está aqui, é o tempo que estará lá, mais adiante. E ele sorri para nosso desespero, ele sorri ironicamente, porque já tem um plano... Mas não conseguimos ouvi-lo no meio de tanta correria e no meio do som de pingos que caem no balde...
PING
Ele sorri.
PING.
Ele nos sorri.
E nos preocupamos com o que vamos acabar molhando, quem se zangará com isso, porque serão muitas pessoas que se zangarão!
Pela nossa distração, terão que passar pela molhaçada, correndo o risco de resvalarem e se molharem também... Tudo porque não esvaziamos o balde antes. Tudo isso porque deixamos que acumulasse água.
Então ficamos com remorso... mas agora não temos mais tempo. É fazer ou não fazer, porque as pessoas vão ficar zangadas e isso não podemos mais mudar.
E a água cai.
E na hora de pedirmos desculpas, na hora de limparmos a água, percebemos que mesmo tendo deixado as pessoas zangadas, colocando-as em risco de se molharem também e de, quem sabe, resvalarem... Nosso chão está mais limpo!
Percebemos que se tivéssemos esvaziado, não deixaríamos as pessoas zangadas, nem colocado em risco de se molharem e resvalarem e a molhaçada jamais aconteceria, e não limparíamos nunca o nosso chão (se não tínhamos tempo para um balde, iriamos ter para o chão?).
E alguém se irritaria com a presença do balde quase sempre vazio no caminho, praticamente sem função de tão vazio... e o chutaria...
Então percebemos como as coisas se encaixam perfeitamente: Não tínhamos tempo para limpar nosso chão. Não limparíamos nunca.
E foi graças ao nosso balde que, de tão cheio, transbordou que finalmente limpamos o nosso chão.
E, finalmente, percebemos como é maravilhoso o tempo.
Paramos e refletimos.
E prometemos que, apesar do benefício causado, vamos tentar esvaziar o balde sempre que possível e limpar constantemente o nosso chão...
Mas assim como o tempo bate nos ponteiros do relógio, as gotas começam a cair e bater no fundo do balde...
Nossa vida é assim e o tempo estará observando tudo. O tempo, invisível, nos faz acreditar que não temos tempo... Mas ele está agindo silenciosamente. Passamos correndo pelo lado dele e ele nos acena, um aceno que não vemos e continua seu projeto, de trabalho, de vida, do nosso futuro...
Ignoramos tanto o tempo e corremos por ele que acabamos dando mais tempo para o tempo ajeitar nosso tempo.
E o tempo que está aqui, é o tempo que estará lá, mais adiante. E ele sorri para nosso desespero, ele sorri ironicamente, porque já tem um plano... Mas não conseguimos ouvi-lo no meio de tanta correria e no meio do som de pingos que caem no balde...
PING
Ele sorri.
PING.
Ele nos sorri.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Em um Giro
Coisas que eu sempre quis e nunca consegui. Sonhei. Imaginei. Viajei. Pirei. E o tempo passou. E tudo aquilo que tinha para dar certo, de repente, foi por água abaixo.
É assustador você confiar na vida, confiar nas pessoas, confiar que tudo está interligado e no momento em que acontecerá o seu desejo feito a uma estrela cadente, tudo começa a girar pro lado contrário. É como se você quisesse, ansiava por aquela hora e, de repente, depois de tanta espera, os ponteiros do relógio começam a girar em sentido anti-horário. E você não sabe o que fazer.
É assustador quando tudo começa a se distorcer. É assustadora a sensação de que o chão não te sustenta a atmosfera não te prende. E que o mundo está desabando.
E é um momento sem fim. A Terra está se ajeitando. O chão se fazendo forte e a atmosfera se renovando... E ninguém parece ligar. Isso torna as coisas muito mais assustadoras. O mundo virou de cabeça para baixo e todos continuam andando, sorridentes e felizes. Só você está sem chão para cair e sem direção para voar. E parece que ninguém repara.
Você pensa que é um pesadelo e que logo vai passar... Mas passam-se dias e você continua de cabeça para baixo. E todos passam. E todos andam, sorridentes.
E você já começa a pensar na possibilidade de chamar a morte para te levar desse sem fim, pois você está tão do avesso que pensa que o eterno, o interminável é a vida que está levando.
É aí que você percebe que a vida é passageira e imperfeita. E percebendo isso, quase que instantaneamente, a gravidade se reativa. E você cai. Finalmente um lugar para andar. Como os outros. Mas com a sensação e a leveza de ainda estar flutuando.
E você começa a andar procurando pelo tempo perdido. E o mundo a sua volta volta a te sorrir. E você segue... Com novas flores, novos perfumes... E pensa que talvez esse caos tenha preparado novidades para você... Ou que a calmaria sempre esteve na pureza do seu coração.
E você volta a andar feliz e a passar por pessoas que agora estão flutuando e gritando em um mundo de cabeça para baixo.
"Meu coração puro é meu refúgio
Nele te vejo, nele te ouço
Nele te toco, nele te sinto"
domingo, 18 de outubro de 2009
O Universo Conspira
Vocês já tiveram a sensação de ter encontrado alguém por quem você esteve esperando desde, sei lá, sempre? É a pessoa que tu sempre amou, antes de vê-la concretizada no mundo, antes de vê-la fisicamente... Já tiveram essa sensação? Porque se tiveram gostaria que me esclarecessem um coisa: tá, você esperou por essa pessoa, contou os dias para encontrá-la, sonhou com ela, mas enquanto você estava sonhando, você não fez acontecer e quando se deu de conta, o tempo passou. Minha dúvida é a mesma da Sandy.
Se um coração diz que sim a paixão
Como pode o outro dizer não?
Ok, minha dúvida não é essa. Minha dúvida é se tem como voltar no tempo, parar de sonhar, descer das nuvens para a terra e contar a essa pessoa que a amo e que ela não está imaginando coisas, que ela pode confiar. Tem como fazer isso?
Espero que a direção que o universo está tomando um dia se curve de tal modo que acabe indo de encontro aquele tempo. É a única coisa que consigo imaginar. O universo não ia fazer essa sacanagem comigo. De colocar duas pessoas que precisam se encontrar de costas uma para a outra.
Espero que seguindo nossos caminhos, um rumo ao sul, outro rumo ao norte acabemos, andando em linha reta, nos encontrando no outro lado do mundo.
sábado, 17 de outubro de 2009
Fogo Selvagem e Ingênuo
Um fogo. Minha chama de vida. Meu amor. Queima e queima, quer se incendiar. E quer se mostar como é bonito fogo, como brilha... Ilumina, aquece e dança diante de seus olhos...
Enche o espaço vazio de fumaça. Deixa a razão embaçada, enfumaçada... Poluí a razão.
O homem encomodado joga líquidos. Atitudes. Diferentes líquidos, mas ainda assim liquidos. Atitudes diferentes, mas ainda assim atitudes.
Indiferença, o reverso do amor. Despreocupação com o fogo. Deixar queimá-lo sabendo que vai apagar...
Mas o homem não consegue fazer isso. O fogo é lindo! Desperdício de tamanha beleza... Quer ficar observando... Não. Ele está poluindo. Melhor parar.
Jogar líquidos impuros. O fogo busca compostos inflamáveis... Ele procura um composto que indique amor. Ele procura qualquer coisa que indique que se importam com ele. Ele se alimenta no Sarcasmo, ele se alimenta no Silêncio, ele se alimenta no Constrangimento... Porque não tem como aquilo ser totalmente água. Tem algo escondido no Sarcasmo, no silêncio e no constrangimento, entre tantos outros líquidos...
Água pura, cristalina, água impactante sobre o fogo... Cadê a pureza? Onde estão os sentimentos sinceros?
Chute a lenha. Chute a base, chute aquilo que sustenta o fogo... Deixe que ele se acabe... Você não tem coragem porque você é a base da qual meu fogo consegue tirar sustento...
Quando vocÊ faíscou, eu nasci.
Queimando e queimando... esperando por uma chuva que não vem... e me alimentando de suas atitudes impensadas...
E até agora não apagou. Não tornou-se cinzas...
Não morreu... E o fogo continua ardendo... Lindamente... ARDENDO!
Enche o espaço vazio de fumaça. Deixa a razão embaçada, enfumaçada... Poluí a razão.
O homem encomodado joga líquidos. Atitudes. Diferentes líquidos, mas ainda assim liquidos. Atitudes diferentes, mas ainda assim atitudes.
Indiferença, o reverso do amor. Despreocupação com o fogo. Deixar queimá-lo sabendo que vai apagar...
Mas o homem não consegue fazer isso. O fogo é lindo! Desperdício de tamanha beleza... Quer ficar observando... Não. Ele está poluindo. Melhor parar.
Jogar líquidos impuros. O fogo busca compostos inflamáveis... Ele procura um composto que indique amor. Ele procura qualquer coisa que indique que se importam com ele. Ele se alimenta no Sarcasmo, ele se alimenta no Silêncio, ele se alimenta no Constrangimento... Porque não tem como aquilo ser totalmente água. Tem algo escondido no Sarcasmo, no silêncio e no constrangimento, entre tantos outros líquidos...
Água pura, cristalina, água impactante sobre o fogo... Cadê a pureza? Onde estão os sentimentos sinceros?
Chute a lenha. Chute a base, chute aquilo que sustenta o fogo... Deixe que ele se acabe... Você não tem coragem porque você é a base da qual meu fogo consegue tirar sustento...
Quando vocÊ faíscou, eu nasci.
Queimando e queimando... esperando por uma chuva que não vem... e me alimentando de suas atitudes impensadas...
E até agora não apagou. Não tornou-se cinzas...
Não morreu... E o fogo continua ardendo... Lindamente... ARDENDO!
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Presenteando com cores!
É sempre bom sabermos o gosto da pessoa que vamos presentear para não errarmos. Mas caso não saibamos a cor favorita da pessoa, podemos escolher uma cor com significado (ou quem sabe prestar atenção as cores com que nos presenteiam).
Vermelho: significa paixão ardente, atitudes espontâneas e desejos incontroláveis.
Laranja: significa amor selvagem e ingênuo.
Amarelo: significa perdão pelos erros humanos e reconciliação.
Verde: significa honestidade, integridade, racionalização das emoções.
Azul: significa conhecimento, liberdade de expressão e paciência.
Roxo: significa consciência, sabedoria, cautela, imprecisão, autocontrole.
Rosa: significa cuidado, atenção, carinho e proteção.
Preto: significa revolução, renovação, esperança e fé.
Branco: significa aperfeiçoamento.
Cinza: significa tentar, exigir de si mesmo, medo, importância.
Caso tu me apareça com essas cores moderninhas do tipo vermelho-telha, azul-da-noite, gelo e etc, faça a junção de duas cores... Já que tu é tão perceptível a essas cores deve saber que se misturar vermelho com uns pingos de preto dará em bordô (vermelho-telha)... Então veja o significado dos dois e combine. Ou vá te ferrar com teu azul-piscina. Haushuashua!
:*
Vermelho: significa paixão ardente, atitudes espontâneas e desejos incontroláveis.
Laranja: significa amor selvagem e ingênuo.
Amarelo: significa perdão pelos erros humanos e reconciliação.
Verde: significa honestidade, integridade, racionalização das emoções.
Azul: significa conhecimento, liberdade de expressão e paciência.
Roxo: significa consciência, sabedoria, cautela, imprecisão, autocontrole.
Rosa: significa cuidado, atenção, carinho e proteção.
Preto: significa revolução, renovação, esperança e fé.
Branco: significa aperfeiçoamento.
Cinza: significa tentar, exigir de si mesmo, medo, importância.
Caso tu me apareça com essas cores moderninhas do tipo vermelho-telha, azul-da-noite, gelo e etc, faça a junção de duas cores... Já que tu é tão perceptível a essas cores deve saber que se misturar vermelho com uns pingos de preto dará em bordô (vermelho-telha)... Então veja o significado dos dois e combine. Ou vá te ferrar com teu azul-piscina. Haushuashua!
:*
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Instante I
Hoje,
Viajei pelo céu limpo
Brinquei com estrelas cintilantes
Conheci paisagens belíssimas
Hoje,
Deslizei por entre o mar calmo
Ofusquei-me com o sol radioso
Corri por colinas verdes
Hoje,
Escalei a montanha mais bela
Respirei o ar mais puro
Naveguei pelo rio mais caudaloso
Hoje,
Descobri um sentimento e
Senti um descobrimento
Pensei em me apaixonar e
Me apaixonei de pensar
Quis retornar e
Retornei a querer
Hoje,
Compreendi sem entender e
Entendi sem compreender,
Voei sem decolar e
Decolei sem voar
Iludi-me com um amor e
Amei uma ilusão
Hoje,
Vi novos mundos
Lindos rochedos
Grandes horizontes
Maravilhosas praias
Hoje,
Pensei e agi
Corri e parei
Vivi e morri
Ri e chorei
Hoje,
Lembrei de muitos
Sem que se lembrassem de mim
Olhei a todos
Sem mesmo que um me olhasse
Hoje,
Fui um grande milionário
Fui um famoso herói
Fui rei de um império
Fui dono de todo o mundo
Hoje, houve tudo isso porque
Hoje, olhei tua fotografia.
(Sérgio. M. S. Saez)
___________________________
Escrito em 1976.
Roubei do caderno de poemas do meu pai.
Ele escreve bem, né?
Boa quarta-feira!
Viajei pelo céu limpo
Brinquei com estrelas cintilantes
Conheci paisagens belíssimas
Hoje,
Deslizei por entre o mar calmo
Ofusquei-me com o sol radioso
Corri por colinas verdes
Hoje,
Escalei a montanha mais bela
Respirei o ar mais puro
Naveguei pelo rio mais caudaloso
Hoje,
Descobri um sentimento e
Senti um descobrimento
Pensei em me apaixonar e
Me apaixonei de pensar
Quis retornar e
Retornei a querer
Hoje,
Compreendi sem entender e
Entendi sem compreender,
Voei sem decolar e
Decolei sem voar
Iludi-me com um amor e
Amei uma ilusão
Hoje,
Vi novos mundos
Lindos rochedos
Grandes horizontes
Maravilhosas praias
Hoje,
Pensei e agi
Corri e parei
Vivi e morri
Ri e chorei
Hoje,
Lembrei de muitos
Sem que se lembrassem de mim
Olhei a todos
Sem mesmo que um me olhasse
Hoje,
Fui um grande milionário
Fui um famoso herói
Fui rei de um império
Fui dono de todo o mundo
Hoje, houve tudo isso porque
Hoje, olhei tua fotografia.
(Sérgio. M. S. Saez)
___________________________
Escrito em 1976.
Roubei do caderno de poemas do meu pai.
Ele escreve bem, né?
Boa quarta-feira!
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